O poder curativo do perdão

Perdoar, por definição, é desculpar. Mas não é tão simples assim.

Envolve uma atitude interna que exige predisposição à mudanças. Fred Luskin, da Universidade de Stanford, publicou em seu livro O Poder do Perdão, o resultado de um trabalho de pesquisa que por dois anos analisou o sentimento de 200 voluntários dispostos a apaziguar a raiva e abandonar a mágoa. Ele dá algumas dicas de como aprender a perdoar: trazer a paz interior mesmo nas adversidades, não “alimentando” raiva ou rancor; higienizando a mente, trazendo para si sentimentos de amorosidade, honestidade, atenção e saúde. E ainda, não levar tudo para a plano pessoal, sair do papel de vítima e parar de culpar o “outro” pelo que está sentindo.

A raiva traz alguns sintomas físicos, como aceleração do coração, mãos frias, sudorese e respiração mais rápida. Isso porque toda vez que você pensa no que o magoou, o organismo libera substâncias tóxicas que vão lesando o corpo até produzir doenças. Quando você perdoa, esse processo se encerra.

Nesse estudo concluiu-se que homens e mulheres são capazes de sentir raiva e de perdoar na mesma intensidade.

Pessoas duras consigo mesmas ou muito egoístas tem mais dificuldades em se liberar das mágoas, colocando-se sempre como centro das atenções e culpando o mundo pelos seus problemas, sem a humildade de se auto analisar e sem compaixão pelo outro.

Todos temos a capacidade de perdoar. As práticas religiosas que se direcionam para a busca da paz e da bondade  podem ajudar a se chegar no perdão.

Fazer diariamente algo que te faça bem, não supervalorizar as mágoas, exercitar o perdão com as pequenas coisas, distensionar através da ginástica, yoga ou meditação e passeios ao ar livre são formas de exercitar o perdão.

Quando se propõem a cuidar de aprender a perdoar, todo trabalho é interno e profundo, no sentido de se rever na situação que originou a raiva e trocar de papel com o outro que a gerou e então,  mudar o discurso interno.

Já está provado que setenta por cento dos voluntários desse estudo do perdão conseguiram se libertar desse sentimento e vinte por cento tiveram uma redução da raiva.

Então, “mãos à obra”, o seu corpo e sua alma agradecem!

Marcia G Ferreira

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A importância de brincar

Naquele tempo em que se brincava na rua de bate cara, pega-pega, esconde-esconde e mãe de rua ouvia-se as crianças gargalhando, morrendo de rir, às vezes até ficando de mal.

Hoje você liga a televisão num canal que só passa desenho animado, supõem-se, destinado ao público infantil e a agressividade é o tema invariavelmente. Os personagens tentando ser mais espertos, destruindo outros. No computador e videogames, jogos de competição e embate, lutas corporais, enfim, mais um pouco de agressão.

Perdeu-se o sentido do verdadeiro momento lúdico. É na brincadeira que a criança se descobre, se reconhece, melhora sua auto estima, enxerga o outro, aprende a respeitar e a dividir. É na descontração que ela adquire a capacidade de sonhar, fantasiar, planejar. É na bagunça com os brinquedos que a criança organiza suas idéias, se expressa e cria.

A criatividade e a espontaneidade são importantes aspectos da saúde emocional da criança, e a brincadeira traz essa possibilidade.

Há uns anos atrás a minha filha mais velha, hoje já adulta, quando era pequena me disse: “Mamãe, criança que não brinca com espada, quando ficar velhinha vai brincar com bengala”. E na verdade, o que vemos é que etapas devem ser cumpridas, preferencialmente, no seu tempo certo.

Portanto, estimular a criança para o mundo do faz de conta, dos sonhos e das fantasias é deixá-la viver a sua infância em toda a sua plenitude.
Assim, na adolescência, ela não precisará de subterfúgios para viver a fantasia.

Marcia G Ferreira

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Você tem se alimentado bem?

Essa é uma pergunta que nossa mãe nos fazia e ainda faz até hoje. Mas a pergunta não se refere a quantidade e sim a  qualidade dos alimentos.

Todos sabemos que a incidência de obesidade no mundo moderno cresceu assustadoramente. Nos Estados Unidos este índice chega a 40% e no Brasil encontra-se por volta de 33%.

Então o que devemos fazer?

A premissa básica é de que existem três fatores primordiais para se ter longevidade: prática regular de exercícios físicos, mente tranquila e alimentação saudável.

Aqui vão algumas dicas simples e fáceis de serem adotadas em relação a alimentação:

1º) Coma no mínimo cinco refeições ao dia: café da manhã, intervalo, almoço, intervalo e jantar, porque “comendo” menos refeições você sentirá mais fome na próxima refeição e também porque o organismo entende que comendo menos, existe “falta de alimento” e o metabolismo, que é o “motor” das células, funciona mais lentamente;

2º) Habitue-se a tomar um bom café da manhã, pois além de já estar comprovado que quem não faz o desjejum tem mais fome a noite, também a medicina chinesa orienta que a melhor refeição do dia deve ser pela manhã, pois segundo esta, o estômago recebe “energia” das 7 às 9 horas da manhã, então estaria melhor preparado para digestão;

3º) Restrinja o máximo que puder a ingestão de carboidratos derivados de açúcar refinado e também de farinha branca. Então, nada de bolos, bolachas e doces em geral;

4º) Deixe a menor refeição para a noite e dê preferência para caldos, sopas ou ensopados, pois assim você terá um sono mais tranqüilo.

E, finalmente, siga aquele ditado que diz: “primeira refeição de rei, segunda de  príncipe e terceira de mendigo”.

Dr Luiz Razzante

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A mente e o corpo energético

Há milênios, a filosofia oriental nos diz que o ser humano é composto de energia e matéria.

E recentemente um filme cujo título é “Quem somos nós?”, explica esta antiga concepção sob os olhos da física quântica.

Estudos realizados na Universidade da Califórnia, Estados Unidos, com aparelhos de ressonância magnética e eletrodos ultrasensíveis demonstram que todos os seres vivos possuem um campo energético.

Este fato já havia sido confirmado por cientistas russos no Casaquistão, que demonstraram estes “campos energéticos” através de fotografias de alta freqüência chamadas de “foto kirlian”.

Segundo os tratados antigos orientais, este corpo energético liga-se ao físico através de centros de energia denominados “chakras” e estes estariam diretamente ligados ao sistema endócrino, responsável pelas glândulas internas do organismo vivo e, portanto, responsáveis pela liberação dos hormônios que são “agentes” bioquímicos de regulação interna de praticamente todas as funções autônomas.

Estes chakras ou centros de energia, por sua vez, estariam ligados a um complexo sistema de distribuição desta energia sutil, composta por aproximadamente 72 mil canais, que por sua vez controlam os plexos, nervos e glândulas endócrinas.

Estes canais são os mesmos utilizados pela medicina chinesa através da acupuntura para atuar na regulação dos desequilíbrios internos.

Portanto, estes chakras ou centros energéticos constituem-se de configurações psico-energéticas que atuam não só no nível físico, mas também no psíquico, pois a ativação ou não destes centros de energia podem gerar aspectos psíquicos diversos relacionados, por exemplo, com depressão, baixa de auto estima, medo, crueldade, etc.

Existem várias maneiras de equilibrar estes centros de energia, que vão desde os cuidados com o físico, como: alimentação, exercícios, yoga e até atuações mais profundas como a psicoterapia ou o uso da medicina energética como a ayurvédica, acupuntura, homeopatia, antroposofia, etc.

Dr. Luiz Razzante Junior

Médico Homeopata e Acupunturista

Espaço De Bem com a Vida

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Você é avesso às mudanças?

Não se preocupe muito, pois todos somos. Mas é preciso repensar em algumas coisas na vida.

A estagnação provocada pela inércia gera processos de adoecimento.

É interessante notar que o corpo responde exatamente às personalidades das pessoas. Por exemplo, os indivíduos muito críticos e “rígidos” e excessivamente organizados são aqueles que apresentam problemas osteo articulares, contraturas musculares, hérnias de disco ou reumatismos.

Já as pessoas relaxadas com tudo, desorganizadas ao extremo, sem limites, são propensas a fazer doenças de estagnação e acúmulo, como os edemas (inchaços), aumento de gordura, depósito de cristais de ácido úrico nas articulações (gota), etc…

Portanto, o equilíbrio está no caminho do meio, e para que isto aconteça é preciso mudar.

E para mudar precisamos treinar o desapego, pois nesta vida tudo é passageiro como um rio e o Budismo diz que o apego às coisas materiais é a principal causa do sofrimento humano.

E como começar a mudar?

Fazendo cada dia uma coisa diferente, mudando o caminho que fazemos diariamente, experimentando uma comida diferente, dormindo do outro lado da cama, tirando do guarda-roupa tudo o que não usamos mais que uma vez nos últimos anos e, finalmente, ousando mais. Também é importante buscar metas, e aprender com as mulheres que são “mestras” em mudanças, pois são dotadas de uma fisiologia hormonal que faz com que sejam diferentes o tempo todo, mas mesmo assim conseguem ser competentes em tudo que se propõem a fazer.

Dr. Luiz Razzante Junior

Médico Homeopata e Acupunturista

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Os Temperamentos

Às vezes ouvimos a expressão: É a natureza da pessoa que é assim e não muda.

O que seria esta natureza de cada um de nós?

Hipócrates e Aristóteles, os gregos famosos, descreveram esta natureza de cada um como sendo o temperamento, ou seja, a característica psíquica inerente a personalidade de cada um de nós.

Outros autores descrevem como a tendência do humor de cada indivíduo ou, ainda, como o modo de reação e sensibilidades inatas a pessoa em relação ao mundo.

Já os psicólogos modernos falam em traços de caráter da pessoa.

De qualquer forma, a classificação dada pelos gregos ainda se encaixa nos dias de hoje. Diziam que existem 4 temperamentos básicos que seriam.

O colérico, ligado ao elemento fogo; o melancólico, ligado a terra; o fleumático, ligado a água e o sanguíneo, ligado ao ar.

Estas características de personalidade começam a aparecer na infância, amadurecem na adolescência e por volta da segunda década de vida o temperamento definitivo se revela claramente.

Isto significa que os traços de personalidade não mudam, ou seja, quando conhecemos uma pessoa e decidimos compartilhar a vida lado a lado, como no casamento, temos que ter bem claro que o outro não vai mudar, mas sim acentuar aquilo que já é característico nos seus traços de personalidade.

Dr. Luiz Razzante Jr.

De Bem com a Vida

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Por que adoecemos no mundo moderno?

Se esta pergunta fosse feita na Idade Média, provavelmente a resposta seria: um castigo dos Deuses. Mas na atualidade muitas são as causas de adoecimento do homem moderno.

Hipócrates, o médico Grego que viveu entre 460-375 a.C, dizia que não bastava orar pela saúde, mas que precisávamos usar o raciocínio e a observação, e pesquisar a origem da doença, pois segundo ele toda enfermidade tem uma causa natural e portanto esta pode ser eliminada.

Dizia ainda que as condições climáticas ou determinados estilos de vida podem ”moldar” o caráter a personalidade dos indivíduos e que as ”pressões sociais” podem causar doenças.

Vemos isto no mundo moderno – doenças geradas por todo tipo de pressão, sendo que a conseqüência imediata é o chamado stress. A reação do stress foi descrita pela primeira vez por um fisiologista americano, Walter Cannon, no começo do século XX, como uma resposta natural do organismo vivo frente a um obstáculo, e que ele chamou de reação de ”fuga” ou de ”luta”, pois segundo o mesmo o ”desencadeamento” destes mecanismos como: aumento da freqüência cardíaca, aumento da pressão arterial, aumento de adrenalina e glicose sangüíneos, entre outros, seriam para preparar o organismo para um enfrentamento de qualquer natureza.

Só que nos dias atuais, este ”enfrentamento” tem sido um dia de trabalho, por exemplo, principalmente entre os executivos de grandes empresas.

Em uma pesquisa recente no Brasil, com 25 mil executivos com idade entre 30 e 75 anos, ficou demonstrado níveis alarmantes de stress, acima de 70% entre estes profissionais. Cerca de 80% tem uma alimentação desregrada; 65% não praticam nenhuma atividade física; 60% apresentam sobrepeso e a grande maioria fumam e ingerem bebidas alcoólicas.

Isto leva estes profissionais a trabalharem no ”limite” e some-se a isto a pressão exercida pelas empresas atuais por melhores resultados, por melhor participação no mercado, etc.

O que fazer para sobreviver no mundo moderno?

Segundo ainda uma pesquisa realizada na Universidade de Stanford (EUA), o ”estilo de vida” que o indivíduo leva é de longe o mais importante fator de longevidade nos países desenvolvidos, superando a herança genética e o meio ambiente.
E por estilo de vida entende-se: ter uma alimentação saudável, praticar regularmente exercícios físicos e ter tranqüilidade para encarar os problemas familiares e profissionais.

Portanto, adeque-se ao mundo moderno. Mude, pois o mundo está mudado.

Dr. Luiz Razzante Junior
Médico Acupunturista e Homeopata
Espaço De Bem com a Vida

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Quem somos nós?

Este é o título de um filme-documentário cujo principal questionamento é: Quem é o observador que faz a pergunta? Onde ele se encontra? Dentro do cérebro?

A discussão em torno destas questões é feita por 14 cientistas que discorrem através da física quântica, que é a ciência desenvolvida por Max Planck, Heisemberg, entre outros e que questiona a existência da matéria como nós vemos, com os olhos físicos.

A física quântica aprofundou o estudo das menores partículas da matéria a tal ponto, que chegou na teoria das “supercordas”, que seria uma partícula que “cicla” entre matéria e energia, ou seja, nada é como parece ser.

Outra teoria interessante, ainda segundo esses cientistas, seria de que se a matéria que conhecemos é inconstante e se somos um condensado de energia “animados” por uma “centelha divina” inteligente, logo podemos interferir na matéria somente com nossos pensamentos, ou seja, pensar positivamente a respeito da vida realmente faz diferença.

Esta teoria já era descrita pelos hindus e mestres taoístas há séculos e pode ser comprovada através de uma pesquisa realizada em Nova Yorque, Estados Unidos, onde 4 mil pessoas meditaram coletivamente para abaixar o nível de criminalidade e foi conseguido, através de comprovação estatística, uma diminuição de 25% durante o experimento.

Estamos vivendo uma era de descobertas maravilhosas a respeito da nossa essência e também de comprovações de verdades muito antigas. Portanto, ore, deseje e pense positivamente todos os dias, pois isto ajuda a melhorar o mundo em que vivemos.

Dr. Luiz Razzante Junior

Médico Acupunturista e Homeopata

Espaço De Bem com a Vida

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O corpo humano – esta fantástica máquina divina

Costumo comparar o corpo humano às máquinas, porque na realidade as máquinas foram “feitas” à imagem do homem.

Só que este nosso “veículo”, se assim posso chamá-lo, que é o nosso corpo humano é uma máquina fantástica e perfeita.

Sempre digo a meus pacientes que o único problema destas máquinas maravilhosas são os “motoristas”, que são negligentes e descuidados.

Sempre procurei ensinar meus filhos e a orientar meus pacientes de que devemos diariamente nos atentar para o funcionamento do nosso corpo. Às vezes tenho pacientes que reclamam: “meu intestino não funciona bem”, ou que “minha digestão é ruim”, mas não respeitam o ritmo do próprio corpo.

Às vezes seu intestino dá sinal que precisa funcionar, mas você está no meio de uma reunião ou em um lugar onde isto não é possível e simplesmente deixa para depois e um novo aviso vem só no dia seguinte, no meio de outra reunião.

Costumo dizer que os “veículos” masculinos são como tratores, pela força bruta e pouca mobilidade. Já os organismos femininos são como ferraris”, não só pelo design, mas também pela capacidade que as mulheres tem de trabalho e organização e se não fosse assim, elas não seriam dotadas da capacidade de procriação.

De qualquer maneira, o que quero dizer é que para ter uma longa vida, além dos aspectos tecnológicos e dos avanços da medicina moderna, precisamos acima de tudo cuidar dos nossos “veículos” humanos, mantendo o asseio pessoal, exercitando, respeitando os ritmos internos, se alimentando com qualidade e, acima de tudo, precisamos cuidar do nosso espírito, pois é ele que anima e “dirige” esta máquina maravilhosa.

Dr. Luiz Razzante Junior

Médico Homeopata e Acupunturista

Espaço De Bem com a Vida

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Câncer, tratamento multidisciplinar

O câncer é uma doença tão antiga quanto o homem. Atualmente no Brasil ainda é a segunda causa de mortes.

Pesquisas mostram que as causas do aparecimento dos diversos tipos de câncer são multifatoriais, podendo ser de origem química como o tabagismo, ou física, como exposição excessiva ao sol e até existe uma relação com infecções virais nos cânceres ginecológicos.

O que se sabe também é que existe a predisposição genética herdada, contribuindo para o desencadeamento desta doença.

Nos últimos anos vem-se estudando de que maneira os fatores emocionais podem contribuir para o aparecimento de câncer, e algumas conclusões mostram que pessoas deprimidas, melancólicas e com baixa auto estima tem um índice mais alto desta doença, com uma dificuldade maior da remissão.

Portanto, com todos estes dados, conclui-se que, além dos tratamentos usuais (quimioterapia e radioterapia) e também cirúrgicos, deve-se associar um trabalho multidisciplinar com psicoterapia, orientação nutricional e outras terapêuticas como a acupuntura, que tem se mostrado eficaz na diminuição dos efeitos colaterais oriundos da quimioterapia.

Dr. Luiz Razzante Junior

Médico Homeopata e Acupunturista

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debemcomavida@debemcomavida.com

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