Como manter uma boa memória?

Esta é uma das preocupações dos indivíduos de meia idade e até dos mais jovens nos dias de hoje.

Principalmente com o avanço das doenças degenerativas como a Doença de Alzheimer, que apesar das novas pesquisas não se consegue um resultado satisfatório no tratamento.

O primeiro caso descrito desta patologia deu-se em 1907 por um médico alemão de nome Alois Alzheimer, que diagnosticou pacientes com perda progressiva da memória e transtornos cognitivos.

O que se sabe através de estudos e pesquisas atuais é que o estilo de vida parece ter papel fundamental para preservação de uma boa memória. E por estilo de vida entende-se: ter uma alimentação saudável; praticar exercícios físicos regularmente; capacidade de lidar bem com problemas pessoais e familiares.

Isto vem de encontro com uma teoria moderna que fala que o excesso de informações presentes nos dias de hoje faz com que o stress físico aumente e, com isto, além da adrenalina que é um hormônio conhecido por todos nós, também seria produzido o cortisol, que é o grande vilão, responsável pela morte de neurônios.

A prática regular de exercícios físicos atua no sentido de melhorar a parte vascular, ou seja, se tivermos um suporte sangüíneo adequado, a nutrição dos neurônios será eficaz.

Nas medicinas energéticas, acredita-se que a memória seria ”corporal” e o cérebro seria apenas a central do computador que ”decodificaria” a ”memória energética” que fica contida corporalmente. Por exemplo, uma mágoa poderia ser guardada no ”fígado” energético e muitas mágoas poderiam gerar neste órgão uma ”cristalização”, que seria o processo de cirrose.

Mas de qualquer maneira, para responder a pergunta inicial de como manter uma boa memória, o ideal seria não parar de pensar, ler, estar ativo não só física mas socialmente, alimentar-se adequadamente e, se necessário e sob orientação medica, utilizar alguns medicamentos da alopatia ou homeopatia que ajudariam na melhor nutrição cerebral e o mais importante seria estar bem emocionalmente, pois a psiconeuroimunologia, uma nova especialidade da medicina, já comprovou que pessoas felizes e otimistas que conseguem dar e receber amor, vivem mais e com saúde.

Dr Luiz Razzante

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Malhar em jejum é prejudicial

Engana-se quem pensa que é preciso ir à academia em jejum. O ideal é comer algo antes de treinar, nem que seja uma fruta. “Para queimar gordura, é preciso estar com os estoques de carboidrato em ordem, senão o organismo vai buscar proteína e não a gordura como fonte de energia, reduzindo massa magra e pouquíssima gordura”, explica a nutricionista Andréa Zaccaro, do RG Nutri (SP). Portanto, nem pense em treinar de barriga vazia.
Pratique seus exercícios sempre depois de alguma refeição principal ou faça um lanche leve antes de malhar. Você pode, por exemplo, comer uma fruta ou um iogurte light ou um copo de leite desnatado acompanhado de uma fatia de pão integral com queijo branco e tomate ou um copo de vitamina.

Engana-se quem pensa que é preciso ir à academia em jejum. O ideal é comer algo antes de treinar, nem que seja uma fruta. “Para queimar gordura, é preciso estar com osestoques de carboidrato em ordem, senão o organismo vai buscar proteína e não a gordura como fonte de energia, reduzindo massa magra e pouquíssima gordura”, explica a nutricionista Andréa Zaccaro, do RG Nutri (SP). Portanto, nem pense em treinar de barriga vazia.
Pratique seus exercícios sempre depois de alguma refeição principal ou faça um lanche leve antes de malhar. Você pode, por exemplo, comer uma fruta ou um iogurte light ou um copo de leite desnatado acompanhado de uma fatia de pão integral com queijo branco e tomate ou um copo de vitamina.

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Os perigos da automedicação

Nos tempos de nossas avós, era comum ter um canteiro de ervas medicinais cultivadas no fundo do quintal.

Quem nunca tomou um chá de boldo para indigestão, ou um chazinho de erva-cidreira ou camomila para cólicas ou mesmo um banho com chá de picão para icterícia?

Estes eram hábitos comuns e de grande valia para a época, pois nem a medicina, nem a indústria farmacêutica eram desenvolvidas como nos dias de hoje, e com uma gama enorme de medicamentos.

E é aí que se encontra o perigo, pois nos países em desenvolvimento como o nosso, o índice de auto medicação é altíssimo e em alguns estados brasileiros do Nordeste, chega a 80%.

O órgão responsável pela fiscalização de drogas e alimentos no Brasil é a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) e tem sido cada vez mais efetivo no controle e fiscalização de medicamentos vendidos sem receita médica. O grande problema desta prática é justamente o perigo dos efeitos colaterais de algumas drogas usadas indevidamente, como é o caso de uma droga conhecida por flutamida, desenvolvida inicialmente para o tratamento de câncer de próstata em estágio adiantado, e que passou a ser usada para casos de acne e alopécia e que apresentou como efeito colateral gravíssimo cinco casos de hepatite fulminante, gerando quatro óbitos em 2004.

Existem muitos outros casos de associações medicamentosas que potencializam efeitos colaterais como é o caso de alguns antitussígenos, como o dextrometorfano, que pode interagir com antidepressivos como a fluoxetina ou paroxetina, causando uma associação de sintomas que é chamado de síndrome serotoninérgica, gerando sudorese intensa, hipertensão arterial, dificuldade respiratória, etc. E os casos mais comuns de alergia a medicamentos, que são os transtornos mais comumente observados.

Portanto, em qualquer situação de adoecimento o ideal é procurar um profissional de saúde habilitado para prescrever um medicamento adequado.

Dr Luiz Razzante

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Pare de fumar sem engordar

Como parar de fumar então, sem engordar? Sabe-se que quem decide parar de fumar pode engordar até 15 quilos em um ano. Isso porque o fumante troca o cigarro pela comida para aliviar as tensões da falta do fumo. Uma beliscada aqui, um biscoitinho ali, e quando o ex-fumante percebe já está muito acima do peso ideal. Como fumar é um vício, a retirada do fumo exige cuidados como qualquer problema de saúde. A primeira conduta aconselhável é procurar um médico acupunturista.

A milenar medicina chinesa tem a acupuntura como uma de suas técnicas. E quando esta é utilizada no tratamento antitabagismo os efeitos são muito eficazes e rápidos, prevenindo e cuidando das alterações físicas, mentais e emocionais ocasionadas pela abstinência. Com técnica indolor, a acupuntura visa o reequilíbrio físico e energético do organismo. O fumante deve estar consciente sobre sua decisão de parar de fumar e escolher o momento certo, assim como entender os ritmos do seu corpo. O fumante tem uma aceleração cardíaca causada pela nicotina e quando resolve parar de fumar, seu ritmo diminui e com isso, há uma necessidade de ingerir menos calorias para não acumular gorduras. Daí a necessidade de uma orientação nutricional adequada. Sem a nicotina, o ritmo fica mais lento, exigindo uma mudança de hábitos, assemelhando as atividades físicas, o desejo de fumar diminui, pois há liberação de endorfina, um calmante natural.

O controle de ansiedade através de técnicas meditativas, massagens e relaxamento são coadjuvantes imprescindíveis no combate ao fumo.

Na verdade, parar de fumar não é simplesmente jogar o maço de cigarros fora, exige um olhar por inteiro e cuidados que podem gerar muitos anos de vida saudável.

Marcia G Ferreira

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Sorrir é bom para a saúde

O sorriso, movimento facial que pode expressar felicidade, já foi estudado desde os tempos remotos. Charles Darwin em suas pesquisas afirmou que expressões faciais são biologicamente inerentes aos seres humanos e portanto um traço de evolução que facilita os laços afetivos, a cooperação, integração e ajuda a aumentar as chances de sobrevivência da espécie. A antropóloga Margareth Mead discordava, acreditando que o sorriso dependia de cada sociedade. Mais recentemente, pesquisadores americanos que estudaram sorrisos pelo mundo e de maneira científica, revolucionaram o estudo das expressões faciais.

As emoções são expressas pela nossa face e no nosso sistema nervoso. Abrindo assim uma gama de pesquisas, já se sabe que a troca de sorrisos entre mães e filhos é fundamental para o desenvolvimento cognitivo e emocional da criança. Pessoas que sorriem espontaneamente, não o sorriso de aeromoça, tem uma qualidade de vida melhor, isto é, melhor saúde física, emocional e se relacionam melhor com as pessoas.

O sorriso ajuda a liberar substâncias associadas à criação de vínculos e à reprodução. Por isso, não só ajuda a fazer amigos como a nos sentir melhor. Pessoas que aprendem a ativar o sorriso, ainda que artificialmente, ativam áreas cerebrais relacionadas ao prazer e a felicidade.

Pessoas impossibilitadas de sorrir por Acidente Vascular Cerebral (derrame), por câncer ou paralisia facial encontram uma dificuldade muito maior em expressar as emoções, passar a diante informações e o relacionamento com outras pessoas fica limitado.

Para esses casos, a medicina já reconstrói sorrisos através de microcirurgias em que transplanta-se um músculo da perna para o rosto e os cirurgiões ligam um nervo facial ao músculo e depois de um ano o paciente volta a sorrir.

O sorriso é um recurso terapêutico tão importante que há milênios a Medicina Tradicional Chinesa já ensinava que devemos meditar sobre os nossos órgãos e ao visualizarmos, imaginarmos cada um deles sorrindo para nós.

Não existe nada mais prazeroso que receber um sorriso do seu próprio coração. É literalmente um sorriso contagiante. Experimente.

Marcia G Ferreira

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Viajar alimenta a alma

Independente dos atuais problemas de transporte aéreo,  que faz com que as pessoas adiem ou mesmo mudem seus destinos de férias, ainda assim viajar continua sendo uma ótima maneira de fazer terapia se divertindo.

A rotina e o stress gerado pela vida moderna vão desgastando energeticamente as pessoas e os nervos ficam a flor da pele.
É lógico que os transtornos causados logo no início da viagem, como os atrasos nos aeroportos, acabam levando ao extremo o nível de stress gerando as cenas de revolta  exibidas na mídia.

Mas passado o momento inicial, a viagem torna-se interessante tanto no sentido físico como no emocional.

Se for para um outro país, com língua e costumes diferentes, isto faz com que “agucemos” nossos sentidos, tornando a observação externa e interna mais intensa e fazendo-nos esquecer rapidamente das nossas rotinas de vida.

Os hábitos, culturas e alimentação diferentes também nos obrigam a experimentar e absorver uma nova maneira de ser.

E o mais interessante acontece quando voltamos ao nosso “habitat” natural, com nossa velha rotina.

Parece que mudamos de óculos, vemos coisas na nossa velha rotina e no dia a dia que não víamos antes. E isso acaba se tornando importante para mudarmos os paradigmas e também para darmos um novo direcionamento nas nossas vidas.

Por isso, sempre que possível viaje, pois faz bem para o físico e para a alma também.

Dr Luiz Razzante

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Quem dorme menos engorda mais

Os sonhos, desde as civilizações primitivas são motivo de, no mínimo, curiosidade. Mas já foram considerados como o portal para o conhecimento espiritual, o arauto do nosso inconsciente, objeto de estudos filosóficos, psicológicos e médicos.
Sabe-se hoje que os sonhos tem, entre outras, uma função compensatória. Durante os sonhos vivemos o não vivido, o não resolvido e muitas vezes temos a revelação do nosso verdadeiro percurso.

Com todas essas atribuições, os sonhos possibilitam uma oportunidade para nos equilibrarmos psiquicamente. Por outro lado, quando não dormimos, sentimos cansaço, desânimo, alterações de humor, irritabilidade e aumento de peso.

Na Universidade da Virgínia (Estados Unidos), pesquisadores analisaram as relações ente o IMC (Índice de Massa Corpórea) e a quantidade de horas dormidas. Nesse estudo foram analisados mil pacientes e constatou-se que pacientes acima do peso e os considerados obesos dormiam menos do que os com IMC normais.

Noutro estudo americano, verificou-se que até as crianças com horas de sono insuficiente podem chegar à obesidade e a uma síndrome metabólica – a associação da obesidade ao diabetes e a doenças cardiovasculares.

Muitos pacientes de consultório relatam que confundem o sono e a fome, chegando em casa à noite sentindo cansaço e sono acabam procurando comida, ao invés de repor suas energias dormindo.

Marcia G Ferreira

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Preguiça mental

A tecnologia tem sido incorporada no cotidiano das crianças, dos adolescentes, adultos e também dos idosos, com uma sutil rapidez.
Os benefícios alcançados como a facilidade de comunicação, o abreviamento das burocracias e até o altíssimo nível de informações, trouxeram avanços jamais imaginados antes da era da informática.

Mas como para todo desenvolvimento paga-se um preço, ponho-me a refletir qual seria o dessa aceleração. Você já viu a agilidade de uma criança bem novinha acessando o computador? É a mesma agilidade que obtém dados que antes talvez demorasse alguns dias para se ter. Com isso as habilidades exigidas outrora são dispensadas, como desde procurar uma palavra no dicionário até o hábito da leitura, já que tudo no mundo virtual vem compactado, sintetizado e altamente “digerido”. Os novos programas que o maior site de pesquisas acabou de lançar, facilita as buscas de tal maneira que logo pensaremos em algo e o computador responderá prontamente.

O exercício do pensar, do refletir, do sintetizar ficam por conta do computador.

Outro preço que considero alto é a perda, que principalmente os jovens sofrem, da linguagem. Aquele “dialeto” que eles utilizam para se comunicar, entendo que é uma linguagem própria da tribo deles, como já ouvi o professor Pasquale,  especialista em língua portuguesa, dizer.

Mas se for traduzida para a linguagem escrita, utilizada em outros meios de comunicação, em trabalhos escolares ou em provas, como por exemplo nos vestibulares, parecerá que se trata de outra língua.

Por isso, a importância dos livros no processo de educação são fundamentais. Ensinar a pensar é uma das tarefas mais difíceis para os educadores. A grande questão é: será que estamos estimulando uma preguiça mental?

Devemos estar atentos para que se utilize sempre a tecnologia a nosso favor, para criarmos pessoas sensíveis, criativas e solidárias.

Marcia G Ferreira

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Sem culpa de ser feliz

Um dia destes, li a coluna semanal do escritor Paulo Coelho em um jornal de São Paulo, na qual ele questionava culpa que tinha sentido em um dia que não tinha absolutamente nada para fazer. Isto é muito comum, pois lembro-me de meu pai falando que tínhamos que acordar cedo mesmo nos fins de semana, porque era importante já ter algo para fazer.

E é interessante, pois isto é uma cultura do mundo moderno e dificilmente paramos algum tempo para podermos escutar a nossa alma.

Observo meus pacientes quando estão submetidos ao tratamento por acupuntura, que é a técnica de inserção de finas agulhas em locais do corpo. E é interessante notar que nas primeiras sessões as pessoas ainda sentem-se agitadas, mas aos poucos vão aprendendo que além do benefício do tratamento, existe um outro que é o de aprender a relaxar e ficar alguns minutos consigo mesmo.

Esta prática, de falar com a própria alma, pode ser obtida com qualquer atividade como meditação, relaxamento ou até mesmo uma caminhada sozinho. Então pratique, aprenda a ficar só às vezes, ou ficar alguns minutos sem pensar em fazer absolutamente nada. Isso traz um benefício imenso para o corpo e para a alma.

Dr Luiz Razzante

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O poder de cura dos animais domésticos

Na década passada, a explosão de pesquisas na área de psiconeuroimunologia – área que estuda as ligações entre nossos pensamentos, emoções, sistema nervoso e imunológico, inclui muitos estudos para saber se o apoio social pode afetar diretamente as células de defesa imunológica do organismo.
Chegaram a conclusão que pessoas que se sentem apoiadas socialmente reagem imunologicamente melhor do que as que se sentem solitárias.

Mas a amizade entre os seres humanos não é a única fonte reparadora. O convívio próximo com animais domésticos também pode trazer benefícios à saúde.

Num estudo realizado em 1980 com 96 cardiopatas que tinham acabado de sair de unidades de tratamento coronariano, revelou um maior índice de sobrevida um ano mais tarde entre donos de animais domésticos, comparados a pacientes sem animais e com as mesmas doenças.
Essa pesquisa da Universidade da Pensilvânia comprovou que ter um animal doméstico prognostica ainda mais intensamente a sobrevida do que o apoio de um cônjuge ou alguém da família.

Com os idosos, os resultados também são surpreendentes. Os animais agem como uma espécie de tranqüilizante, diminuindo a pressão arterial de seus donos nos momentos de troca de afeição e companhia.

O stress dos donos de animais domésticos é aliviado com o confortante efeito relaxante que estes proporcionam.

Quem consegue resistir a uma chamada de um cãozinho para brincar? Esta brincadeira espontânea pode trazer um grande efeito ao sistema imunológico.

No dia a dia do consultório, observamos que pacientes que sofrem de depressão apresentam uma significativa melhora após o convívio com animais. Este contato desperta sentimentos de afeto, carinho e cuidado que em muitos casos estavam bloqueados.

Os nossos “amigos” animais espantam, entre outras coisas, o stress.

Os animais são reconhecidos hoje pela psicologia moderna como co-terapeutas e existem vários tipos de terapias que ocorrem com o auxílio dos animais, como a terapia com cavalos, cães e até golfinhos.

Marcia G Ferreira

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